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Direto das Unidades

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EMSERH realiza ação alusiva à conscientização sobre a hanseníase no Hospital Aquiles Lisboa

EMSERH realiza ação alusiva à conscientização sobre a hanseníase no Hospital Aquiles Lisboa

Nesta sexta-feira (17), o Hospital Aquiles Lisboa (HAL), da rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES), realizou às ações de conscientização ao diagnóstico precoce e tratamento da hanseníase. A unidade é referência na área de assistência aos pacientes.

Dados do Painel de Monitoramento de Indicadores da Hanseníase apontam que, em 2024, 19.469 novos casos de hanseníase foram diagnosticados em território nacional. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país com mais registros da doença. O primeiro é a Índia.

A manhã de atividades contou com apresentação de palestra com a professora doutora Dorlene Aquino, titular do curso de enfermagem da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), que desenvolve pesquisas relacionadas ao tratamento e acompanhamento de pacientes de hanseníase no Maranhão.

A pesquisadora destacou o protagonismo do Hospital Aquiles Lisboa, historicamente unidade de referência no estado. “O Aquiles Lisboa é local de cuidado e de desenvolvimento científico há mais de 80 anos. A atuação desta equipe é fundamental para atingir o objetivo da OMS, em nosso estado, de erradicar novos casos da doença até 2030”, disse.

Segundo a diretora administrativa do HAL, Helenice dos Anjos, a unidade dá atendimento prioritário absoluto aos pacientes suspeitos e diagnosticados com hanseníase. “Aqui dispomos de um ambulatório dedicado ao tratamento da doença composto por uma equipe de enfermeiros, médicos, fisioterapeutas, psicólogos, assistente social e podólogos que, conjuntamente, dão suporte completo ao paciente e seus familiares, não apenas no diagnóstico e tratamento, mas também após a alta”, destacou.

O paciente Joerberth Ribeiro, de 37 anos, aguardava sua consulta anual de retorno e elogiou a ação. “Tive hanseníase e graças ao tratamento recebido aqui hoje sou curado. Acho muito bom ações que divulguem conhecimento sobre a doença, pois alerta as pessoas e pode diminuir o preconceito, já que este ainda existe. Meu recado a todas as pessoas é buscar médico ao surgimento de qualquer mancha estranha na pele. Tratar rápido evita sequelas como as que tenho”, relatou.

Hanseníase

Também conhecida como lepra ou mal de Lázaro, a hanseníase é uma doença infecciosa e contagiosa, causada pelo bacilo Mycobacterium leprae. Descoberta em 1873 pelo médico norueguês Gerhard H. A. Hansen (que também deu o nome a bactéria), até os dias atuais, seus portadores sofrem com a desinformação criados, principalmente, quanto ao contágio.

A maioria das pessoas expostas à bactéria não a desenvolvem. O Ministério da Saúde informa que cerca de 5% das pessoas que já tiveram contato adoecem. A transmissão ocorre por meio de gotículas de saliva ou secreções nasais de uma pessoa não tratada, ou seja, a pessoa em tratamento ou que já teve alta, não transmite mais, assim como também não é realizado a transmissão através de objetos compartilhados.

A transmissão geralmente requer contato prolongado e frequente com uma pessoa infectada. Entre os principais sintomas estão, o aparecimento de manchas na pele (manchas claras ou avermelhadas), com a perda da sensibilidade em relação ao calor, frio, dor e tato, redução dos pelos e suor e comprometimento dos nervos periféricos.

O diagnóstico é realizado por meio do exame físico geral dermatológico e neurológico para identificar lesões ou áreas de pele com alteração de sensibilidade e/ou comprometimento de nervos.

Hospital Aquiles Lisboa (HAL) compõe a rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e é administrado pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH).

Fotos: Francildo Falcão e Ricardo Zacheu

EMSERH realiza primeira reunião de diretoria apresenta metas para 2025

EMSERH realiza primeira reunião de diretoria apresenta metas para 2025

A Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), realizou a primeira reunião de diretoria de 2025. Na ocasião foram apresentados resultados de 2024 e apresentadas as metas para 2025.

“Estamos construindo uma base sólida para alcançar resultados exponenciais. Quando alinhamos pessoas, processos, tecnologia e projetos, criamos um ecossistema sustentável. São nove anos de história e não podemos apagar o que passou, pelo contrário, devemos sempre olhar para o passado para melhorar cada vez mais os nossos serviços no presente e futuro, deixar um legado”, destacou o presidente da EMSERH, Marcello Dualibe.

O presidente ressaltou também que toda a equipe trabalha diariamente para estruturar e alinhar ainda mais a gestão. “Em dois anos e meio, construímos um modelo de gestão inovador e sustentável. Me deixa muito feliz em saber que estamos prestando um serviço de qualidade à população com base naquilo que o Governo do Estado deseja, que é buscar a excelência”, frisou Duailibe.

Durante a reunião, foi lembrado que a EMSERH prioriza a capacitação contínua e foca em engajamento, integração e desenvolvimento de lideranças estratégicas de pessoas, além de trabalhar com metodologia de gestão e governança de projetos estruturados nas unidades de saúde administradas pela empresa.

O aumento do nível de produtividade das unidades assistenciais saltou de 61,7% em 2023 para mais de 71% em novembro de 2024, a média em 2024 ficou em 67,3%; sobre o nível de satisfação dos usuários dos serviços de saúde, a EMSERH registrou uma marca histórica acima de 91% em novembro de 2024. No orçamento houve avanço também na ampliação da capacidade de faturamento pelo SUS por meio dos serviços realizados nas unidades. Passou de R$ 21,4 milhões em janeiro de 2024 para quase R$ 27 milhões em novembro do mesmo ano. O nível de satisfação dos colaboradores da EMSERH chegou a quase 80%.

“Os resultados devem falar não só por números, mas impactar positivamente na vida do cidadão. Devemos seguir envolvendo todas as partes no próximo ciclo estratégico, reforçando a visão de longo prazo para a empresa”, finalizou Marcello Duailibe chamando a atenção da equipe para que em 2025 o trabalho desenvolvido pela EMSERH siga com eficiência e buscando o objetivo maior que atender bem a população maranhense.

Governador Carlos Brandão visita Unidade de Tratamento de Queimados do Hospital da Ilha

Governador Carlos Brandão visita Unidade de Tratamento de Queimados do Hospital da Ilha

O governador Carlos Brandão visitou a Unidade de Tratamento de Queimados (UTQ) do Hospital da Ilha, que se destaca como a única do país a oferecer uma câmara hiperbárica exclusiva dentro da unidade – equipamento de ponta no processo de cicatrização de lesões graves. Durante a visita, o governador acompanhou uma sessão do tratamento e destacou o compromisso do governo com a qualidade na saúde pública.

“Essa tecnologia facilita o tratamento, melhora o acompanhamento e garante resultados mais rápidos, devolvendo qualidade de vida aos pacientes e suas famílias. Isso é resultado do nosso investimento em tecnologia de ponta para melhorar cada vez mais nossa rede estadual de saúde”, afirmou o governador.

“Antigamente, nós referenciávamos todos os nossos pacientes vítimas de queimaduras para outros estados. Agora, já podemos atender nossos pacientes aqui no Maranhão. Aqui, nós temos toda a estrutura necessária, equipe médica especializada, além das terapias mais avançadas”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes.

O diretor-técnico do hospital, Dr. Samuel Gregório, explicou os benefícios do uso da câmara hiperbárica. “Esse é um tratamento adjuvante para pacientes queimados, que acelera o processo de cicatrização e possibilita o retorno mais rápido ao convívio familiar”, detalhou.

“Este é um tratamento alternativo às vítimas de queimaduras aqui no Maranhão, que é a oxigenoterapia com a câmara hiperbárica. Por meio dele, o paciente tem uma alta mais rápida e o retorno à sociedade é mais rápido. Em toda rede pública do Brasil, o único hospital que tem esse equipamento dentro de uma unidade de queimados é o Hospital da Ilha”, acrescentou a diretora-geral do hospital, Carol Hortegal.

Thays Araújo, mãe do pequeno Jullyan, compartilhou a experiência positiva do tratamento. “Está sendo maravilhoso. Depois que ele começou a usar a câmara hiperbárica, a cicatrização acelerou muito. Já, já estaremos em casa”, comemorou.

Hospital da Ilha

Inaugurado em 2022, o Hospital da Ilha oferece tratamentos de excelência em saúde pública no Maranhão, ampliando a oferta de serviços da rede pública estadual. A Unidade de Tratamento para Queimados (UTQ) dispõe ainda de 19 leitos, seis pediátricos e 13 adultos, sendo dois leitos de estabilização para pacientes mais graves que necessitem de assistência ainda mais especializada.

Fonte: Secom

Câmara hiperbárica acelera cicatrização em pacientes da Unidade de Tratamento de Queimados do Hospital da Ilha

Câmara hiperbárica acelera cicatrização em pacientes da Unidade de Tratamento de Queimados do Hospital da Ilha

A Unidade de Tratamento de Queimados (UTQ) do Hospital da Ilha, em São Luís, consolida-se como referência no cuidado a pacientes queimados no Maranhão. Inaugurada em 2023 pelo Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), a unidade em 2024 atendeu 217 pacientes – 98 crianças e 119 adultos. A UTQ conta com recursos de alta tecnologia e técnicas inovadoras, como a câmara hiperbárica.

Recentemente, em visita ao Hospital da Ilha, o governador Carlos Brandão enfatizou a importância dos avanços promovidos na saúde pública estadual. “É muito bom conhecer de perto como o equipamento funciona. É fundamental que a rede estadual ofereça uma tecnologia tão avançada. Esse é o nosso compromisso: proporcionar saúde de qualidade para nossa população”, declarou o governador.

A subsecretária de Saúde, Liliane Neves, também acompanhou a visita e destacou a relevância da UTQ para o Sistema Único de Saúde (SUS). “A câmara hiperbárica auxilia na cicatrização dos pacientes queimados, representando um grande avanço. A UTQ do Hospital da Ilha é a única unidade pública no Brasil a oferecer esse tipo de tratamento complementar com exclusividade. Isso reflete o compromisso do governador Carlos Brandão e do secretário Tiago com a saúde da população maranhense”, afirmou a subsecretária.

Entre os beneficiados pelo atendimento está Pietro Levi, de apenas um ano, natural de Pinheiro. Ele sofreu queimaduras graves nos pés ao cair em um buraco com fogo. Transferido para o Hospital da Ilha, sua mãe, Lucenilde Silva, de 24 anos, relatou a evolução impressionante do filho após iniciar o tratamento na câmara hiperbárica.

“Quando chegamos, ele estava muito debilitado. O atendimento é excelente, eles cuidam muito bem do meu filho e evitam procedimentos dolorosos sempre que possível. Depois de apenas três sessões na câmara hiperbárica, vimos uma melhora impressionante. Os dedinhos que estavam colando agora estão sendo tratados com placas”, contou emocionada.

Humanização

Além da tecnologia, o cuidado humanizado é outro diferencial. Para Lucenilde, mãe de Pietro, a atenção ao paciente é transformadora. “Eles evitam procedimentos desnecessários, explicam tudo com paciência e tratam a gente com muito carinho. É um tratamento eficaz e cheio de amor”, complementou.

Tecnologia

A UTQ do Hospital da Ilha é a única unidade pública no Brasil a oferecer tratamento complementar com uma câmara hiperbárica exclusiva. Segundo o coordenador da unidade, o médico intensivista Rodrigo Azevedo, o equipamento utiliza oxigênio puro pressurizado para acelerar a cicatrização, aumentando a oxigenação diretamente nas áreas lesionadas.

“O tratamento é não invasivo e eficaz tanto para queimaduras agudas quanto crônicas. Também auxilia em infecções e feridas de difícil cicatrização. Aqui no Hospital da Ilha, usamos o equipamento para pacientes de todas as idades, sempre como complemento aos tratamentos principais”, explicou o especialista.

Cada sessão dura aproximadamente 90 minutos, e o número de sessões é definido pelo médico hiperbarista, de acordo com as necessidades do paciente.

Estrutura

A UTQ dispõe de 19 leitos – seis pediátricos e 13 adultos, incluindo dois de estabilização – e conta com recursos diferenciados para o tratamento dos pacientes como: Balneoterapia; Curativos especiais; Cinesioterapia para reabilitação motora; Rounds diários; Fisioterapia e reabilitação; Equipes especializadas em feridas e hiperbárica.

O Hospital da Ilha integra a rede de Estado da Saúde e é gerenciado pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH). Em 2024 realizou cerca de 18.864 atendimentos ambulatoriais.

Fonte: SES

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