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Como mais uma demonstração de priorizar a saúde dos maranhenses, o Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra), está finalizando as obras da segunda etapa do Hospital da Ilha, em São Luís. A cidade médica, que tem mais de 30 mil m², já está com a primeira etapa finalizada e em pleno funcionamento, atendendo pacientes de toda a região da Grande Ilha. Contando com 10 leitos de UTI adulto, 59 leitos de enfermaria, 14 leitos de observação e 4 leitos de estabilização, a unidade está cooperando para o descongestionamento do sistema público de saúde da cidade e entregando mais comodidade aos que são atendidos no local.
As equipes da Sinfra estão se esforçando para entregar a segunda etapa do hospital, que, em breve, vai expandir os serviços médicos em São Luís. Com mais 59 leitos de enfermaria, 33 leitos de UTI adulto, a construção de um Centro Administrativo, um Laboratório de Análises Clínicas, 5 salas de Centros Cirúrgicos e Urgência Adulta e Infantil – que promoverá atendimento especializado, também, às crianças -, o hospital reforça o compromisso do Governo do Estado em melhorar, ainda mais, o quadro da saúde maranhense.
“Essa obra é uma continuação do governo que vem, há anos, priorizando a saúde dos maranhenses e, agora, com o governador Carlos Brandão, nosso principal objetivo vai continuar sendo salvar vidas. A Sinfra tem esse papel peculiar, construir o local que vai promover a cura”, ressaltou o secretário da Sinfra, Aparício Bandeira.
O que está sendo feito
Atualmente, os trabalhos estão sendo realizados nos blocos B e C do Hospital da Ilha. As equipes estão focadas na construção da sala para ressonância magnética, na finalização dos 59 leitos de enfermaria no térreo, dos 33 leitos de UTI no segundo pavimento e de 5 centros cirúrgicos. À medida em que fica pronto, cada setor é entregue à população, para que essa possa usufruir de um pleno acompanhamento médico, digno e humanizado e, assim, possa seguir desafogando os grandes hospitais da ilha.
Serviços oferecidos
O Hospital da Ilha também atenderá nas áreas de urologia, neurologia, ortopedia, gastroenterologia e, ao todo, terá 118 leitos de enfermaria e 43 leitos de UTI. Além disso, os tratamentos ofertados à população incluirão serviços bucomaxilofacial, vascular, hemodiálise, cirurgia pediátrica, cirurgias no pescoço e na cabeça, inclusive, atendimento em especialidades intensivistas, de urgência e emergência.
O Centro de Atendimento Médico, avaliado em mais de R$ 146 milhões, será um marco na história da saúde pública no Maranhão e tem previsão de ser entregue até o final do ano.
Visando o fortalecimento da assistência ao pré-natal na Região Tocantina, o Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), tem oferecido às gestantes de alto risco o serviço de fisioterapia, no Hospital Regional Materno Infantil (HRMI). O serviço está disponível desde outubro de 2021 e, em média, 120 gestantes são atendidas por mês.
Segundo a fisioterapeuta do HRMI, Larissa Pompeu e Silva, dentre outros benefícios, a fisioterapia no pré-natal promove melhora postural, ajuda na redução das câimbras e inchaços, diminuindo as dores na coluna; nas articulações, auxilia de uma forma geral no controle dos desconfortos dos músculos esqueléticos, prevenindo dores e evitando um trabalho de parto prolongado.
“Logo nos primeiros atendimentos conseguimos promover alívio das dores de uma maneira geral, promovendo uma respiração mais eficiente, a diminuição das câimbras entre outras queixas frequentes relatadas pelas gestantes. Assim, estamos contribuindo para uma melhor qualidade de vida nesse período”, ressaltou a fisioterapeuta Larissa Pompeu e Silva.
A secretária executiva Silvia Oliveira, de 35 anos, está na 33° semana de gestação. Nas semanas que antecedem a chegada de Samantha, a mamãe não fica parada e capricha nos exercícios de fisioterapia. Paciente dedicada, Silvia segue as orientações das fisioterapeutas e tem as melhores expectativas para o tão sonhado dia do parto.
“Estou me preparando para o parto normal e a fisioterapia tem me ajudado a conhecer os limites do meu corpo, a me sentir mais segura para esse momento. Antes da fisioterapia eu sentia muita dor na minha lombar, estava com inchaço e agora já melhorou bastante. Além de tudo isso, estou bem mais disposta para realizar minhas tarefas do dia”, destacou.
Ana Carolina Leite está com nove semanas da segunda gestação. Diferente da primeira, ela procurou desde cedo fazer fisioterapia e já sente os benefícios. “A gente se sente mais confiante em fazer qualquer tipo de movimento. Meu cansaço diminuiu e estou mais disposta. A fisioterapia tem me ajudado bastante e espero fazer até o fim da minha gestação”, afirmou.
Adriana Graumke, de 26 anos, está no sexto mês de gestação e sente no corpo os inúmeros benefícios da fisioterapia. “Antes, eu sentia muita dor dos lados da barriga, nas costas, não conseguia nem me abaixar direito e depois dos exercícios melhorei bastante”, disse.
Para ter acesso ao serviço, a gestante precisa ser diagnosticada como de alto risco e encaminhada pela Unidade Básica de Saúde (UBS) onde faz o pré-natal. No HRMI, passam por uma nova avaliação e, se for confirmado que a gestação é de alto risco, passam a fazer o acompanhamento com médicos e também com a equipe multidisciplinar da unidade, que conta com fisioterapeuta, psicólogo, nutricionista e assistente social.
O Maranhão continua avançando na vacinação contra a Covid-19 e já iniciou a aplicação da quarta dose em pessoas com 40 anos ou mais. O avanço da vacinação para este público foi recomendado pelo Ministério da Saúde através de nota técnica enviada aos estados.
A quarta dose ou segunda dose de reforço deve ser aplicada quatro meses após a última dose tomada. Para isso, os municípios poderão usar os imunizantes da Pfizer, Janssen ou AstraZeneca, independentemente das vacinas que a pessoa tenha tomado antes.
Para reforçar o apoio aos municípios para a ampliação da cobertura vacinal contra a Covid-19, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, retornará com as edições dos Arraiais da Vacinação. “Essa é uma parceria que deu certo e, por isso, estaremos retomando as ações, com o objetivo de reforçar ainda mais a vacinação no Maranhão e, consequentemente, aumentar a cobertura vacinal contra a Covid-19”, disse o secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes.
No Maranhão, a cobertura do esquema básico (D1+D2 ou Dose Única) é de 67,5% da população com 5 anos ou mais. A estimativa do público a ser vacinado com a primeira dose de reforço é de 5.486.694 pessoas com 12 anos ou mais, e, até o momento, apenas 31,5% dessa população foi vacinada com a primeira dose de reforço contra a Covid-19.
“As mulheres atualmente gestantes ou puérperas com 40 anos ou mais, que receberam anteriormente as vacinas da CoronaVac, Pfizer, AstraZeneca ou Janssen, também estão aptas a receber a quarta dose com a vacina Pfizer. Basta buscar este atendimento e a atualização do seu esquema vacinal nos pontos de vacinação contra a Covid-19, que possuem imunizantes para o início da aplicação da quarta dose para esses públicos”, explicou a chefe do Departamento de imunização da SES, Halice Figueiredo.
A vacinação contra a Covid-19 está disponível nos postos municipais e, para ampliar a cobertura vacinal, o Governo do Maranhão disponibiliza três pontos na capital: IEMA Rio Anil (antigo Cintra) e as policlínicas Cidade Operária e Vinhais.
Também já está disponível no Maranhão a 3ª dose da vacina contra a Covid-19 para adolescentes de 12 a 17 anos. Para a vacinação, é necessária a apresentação de documento pessoal que pode ser um RG ou certidão de nascimento e a carteira de vacinação.
Nova recomendação
Quem iniciou o esquema vacinal com a dose única da Janssen também deverá reforçar a proteção contra o vírus. A última recomendação era para aplicação de dose de reforço em pessoas a partir dos 18 anos, dois meses após a dose única. Agora, quem tem 18 anos ou mais deverá receber um segundo reforço quatro meses após o primeiro reforço.
Aqueles com idade superior a 40 anos precisam de um terceiro reforço, que deverá ser aplicado após o intervalo de quatro meses do segundo. Nesses casos, a recomendação é que sejam usadas as vacinas AstraZeneca, Pfizer ou Janssen.
Com o programa Avança Mais Saúde, o Governo do Estado contabilizou 2.292 atendimentos no município de São José de Ribamar neste fim de semana. Os serviços foram disponibilizados no sábado (18) e domingo (19) e incluíram consultas especializadas, exames preventivos, vacinação, entre outros, beneficiando moradores de bairros como Matinha, Quinta, Cidade Alta e Nova Terra.
“O Avança Mais Saúde passou pelo município de São José de Ribamar beneficiando moradores de várias comunidades. Ofertamos vários serviços, sobretudo clínica cirúrgica, considerando que, por conta da pandemia, ficamos com muita demanda reprimida. Com o programa, estamos disponibilizando essas consultas cirúrgicas, providenciando os exames e encaminhando as pessoas para atendimento na rede estadual de saúde”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes.
O presidente da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), Marcello Duailibe, enfatizou a importância do Avança Mais Saúde como uma estratégia para descentralizar os serviços em saúde. “Juntamente com a Secretaria de Estado da Saúde, temos levado saúde de qualidade para milhares de maranhenses com a expansão da nossa rede de saúde e também promovendo ações em pontos estratégicos”, reforçou Marcello.
Entre as especialidades ofertadas na ação estiveram a clínica geral, odontologia, dermatologia, ginecologia, urologia, mastologia, psicologia, além de testes rápidos, exames preventivos, vacinação, aferição de pressão e glicemia e orientações sobre o uso de plantas medicinais com o Programa Farmácia Viva.
“Fiquei sabendo da ação e aproveitei a oportunidade e ainda trouxe minha esposa e meu neto para se vacinarem e minha mãe também veio consultar. Como trabalho no trânsito, às vezes preciso ficar com a urina presa e vem o desconforto, mas já peguei o encaminhamento de alguns exames com o urologista e a prevenção é o mais importante. Estou feliz pela oportunidade”, ressaltou o rodoviário, Reginaldo Cardoso da Silva, morador do bairro Nova Terra.
A aposentada Maria Helena Lima Rocha, de 69 anos, procurou o local com o filho Alessandro Lima Rocha, de 43 anos, que precisa de uma cirurgia de hérnia. “Foi descoberta a necessidade de fazer essa cirurgia no início da pandemia e, por conta da Covid-19, não pode ser feita. Agora apareceu essa oportunidade. É muito bom, porque é a chance que precisávamos para agilizar o procedimento”, comemorou.
As ações do Avança Mais Saúde aconteceram na Escola Salustiano Andrade, no bairro da Matinha e os alunos também tiveram acesso aos serviços. “Conhecer o projeto Farmácia Viva era um desejo que eu já tinha. Saber lidar com medicamento e, o principal, como esses conhecimentos podem ajudar as pessoas mais necessitadas, até mesmo da minha família ou amigos”, disse a estudante Andresa Gabriele de Sousa Rodrigues, de 15 anos.
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