Hospital Regional de Caxias realiza cirurgias plásticas reparadoras

Foto_1 Divulgação_SES_02082016 - Hospital Regional de Caxias realiza cirurgias plásticas reparadorasDesde que inaugurou, em janeiro deste ano, o Hospital Regional de Caxias Dr. Everaldo Ferreira Aragão atende pacientes vítimas de acidentes, lesões, defeitos congênitos ou adquiridos, que necessitam de cirurgias plásticas reparadoras. Mais de dez procedimentos deste tipo foram realizados e a maioria dos casos é decorrente de acidentes de trânsito ou sequelas cirúrgicas.

De acordo com o secretário de Estado de Saúde, Carlos Lula, a disponibilização do serviço na unidade permite mais agilidade na recuperação de pacientes que apresentam lesões mais sérias. “Os macrorregionais dispõem de estrutura abrangente e oferecem uma cartela de serviços e especialidades maior, justamente para atender maior contingente populacional e permitir recuperações mais complexas, anteriormente impossíveis na rede pública de saúde”, disse.

Atualmente, o HRC acolhe pacientes internados que passaram por cirurgia geral, ortopedia ou clínica médica. São pacientes que precisam de cirurgia reconstrutora de enxertia e retalhos. Além desta demanda interna, o hospital atende também a demanda reprimida de 26 municípios do leste maranhense, das regionais de saúde de Caxias, São João dos Patos e Timon, que necessitam de cirurgia reparadora, e que, obrigatoriamente, passam pela triagem e ambulatório do hospital.

A cirurgia plástica reparadora busca aprimorar ou recuperar funções do organismo e, ainda, restabelecer a forma original da parte do corpo lesionada. O cirurgião geral, especialista em cirurgia plástica reparadora do Hospital Regional de Caxias, Antonio Luiz Moreira, destaca que além da parte estética, o procedimento resgata a autoestima do paciente. “Trabalho com os dois lados do ser humano, o físico e o emocional, que na maioria das vezes, é o que mais sofre na ausência de uma cirurgia reparadora”, afirmou Antonio Luiz Moreira.

A menina Vitória Santos, de dez anos, vítima de queimadura por chama na perna, costa e braço esquerdo, recebeu os primeiros cuidados no HRC, e devido à gravidade do caso, foi encaminhada de imediato para a cirurgia reparadora. Teresa Santos, mãe da menina, já tinha percorrido duas unidades de saúde sem sucesso. “Não aguentava mais ver o sofrimento da minha filha com as feridas expostas, correndo risco de pegar infecção e piorar seu estado de saúde. No HRC ela foi colocada na categoria de urgência e passou pela cirurgia. O sufoco só passou quando acabou a cirurgia e pude respirar aliviada”, desabafou a mãe.

Antonio Moreira, responsável pela cirurgia de Vitória, explicou que casos como este não podem esperar devido à gravidade das queimaduras. “Vitória teve queimaduras de segundo e terceiro grau. Era necessário repor a pele perdida para evitar uma perda maior. Realizei cirurgia de auto-enxertia, que é a cobertura da área aberta com a própria pele do paciente. Para esta cirurgia, utilizei equipamentos importados para uma melhor aceitação da pele na área afetada. Após o procedimento cirúrgico, a menina ainda precisou ficar nove dias internada para obter a recuperação adequada”, explicou o médico.

Já no estudante Jefferson Sousa, de 19 anos, o tratamento ocorreu por etapas. Vítima de acidente de moto, a perna direita sofreu um trauma extenso com exposição óssea grave. “Se não agíssemos rápido, ele poderia ter sequelas graves. Foi preciso realizar o procedimento de preenchimento muscular e depois a enxertia de pele”, esclareceu o cirurgião Antonio Moreira.

Parceria com banco de pele
Pela primeira vez no Maranhão, o Hospital Regional de Caxias firmou parceria com o banco de pele da Santa Casa de Porto Alegre para enxertos heterólogos de pele. Pacientes com ferimentos extensos e que não possuem pele suficiente para cobrir a área afetada, recebem enxertos de pele do banco da Santa da Casa, localizado em Porto Alegre. Três pessoas passarão por este procedimento esta semana.

Antonio Moreira explica que a uma parceria irá salvar vidas daqueles que não possuem a quantidade de pele ideal para enxertos. “O banco de pele da Santa Casa de Porto Alegre está à disposição de hospitais para realizar a doação de peles e, no Maranhão, a parceria com uma unidade de saúde pública é inédita. Já temos três pacientes que receberão a pele de lá”, afirmou.

Hospital Regional de Caxias realiza cirurgias plásticas reparadoras

Desde que inaugurou, em janeiro deste ano, o Hospital Regional de Caxias Dr. Everaldo Ferreira Aragão atende pacientes vítimas de acidentes, lesões, defeitos congênitos ou adquiridos, que necessitam de cirurgias plásticas reparadoras. Mais de dez procedimentos deste tipo foram realizados e a maioria dos casos é decorrente de acidentes de trânsito ou sequelas cirúrgicas.

De acordo com o secretário de Estado de Saúde, Carlos Lula, a disponibilização do serviço na unidade permite mais agilidade na recuperação de pacientes que apresentam lesões mais sérias. “Os macrorregionais dispõem de estrutura abrangente e oferecem uma cartela de serviços e especialidades maior, justamente para atender maior contingente populacional e permitir recuperações mais complexas, anteriormente impossíveis na rede pública de saúde”, disse.

Atualmente, o HRC acolhe pacientes internados que passaram por cirurgia geral, ortopedia ou clínica médica. São pacientes que precisam de cirurgia reconstrutora de enxertia e retalhos. Além desta demanda interna, o hospital atende também a demanda reprimida de 26 municípios do leste maranhense, das regionais de saúde de Caxias, São João dos Patos e Timon, que necessitam de cirurgia reparadora, e que, obrigatoriamente, passam pela triagem e ambulatório do hospital.

A cirurgia plástica reparadora busca aprimorar ou recuperar funções do organismo e, ainda, restabelecer a forma original da parte do corpo lesionada. O cirurgião geral, especialista em cirurgia plástica reparadora do Hospital Regional de Caxias, Antonio Luiz Moreira, destaca que além da parte estética, o procedimento resgata a autoestima do paciente. “Trabalho com os dois lados do ser humano, o físico e o emocional, que na maioria das vezes, é o que mais sofre na ausência de uma cirurgia reparadora”, afirmou Antonio Luiz Moreira.

A menina Vitória Santos, de dez anos, vítima de queimadura por chama na perna, costa e braço esquerdo, recebeu os primeiros cuidados no HRC, e devido à gravidade do caso, foi encaminhada de imediato para a cirurgia reparadora. Teresa Santos, mãe da menina, já tinha percorrido duas unidades de saúde sem sucesso. “Não aguentava mais ver o sofrimento da minha filha com as feridas expostas, correndo risco de pegar infecção e piorar seu estado de saúde. No HRC ela foi colocada na categoria de urgência e passou pela cirurgia. O sufoco só passou quando acabou a cirurgia e pude respirar aliviada”, desabafou a mãe.

Antonio Moreira, responsável pela cirurgia de Vitória, explicou que casos como este não podem esperar devido à gravidade das queimaduras. “Vitória teve queimaduras de segundo e terceiro grau. Era necessário repor a pele perdida para evitar uma perda maior. Realizei cirurgia de auto-enxertia, que é a cobertura da área aberta com a própria pele do paciente. Para esta cirurgia, utilizei equipamentos importados para uma melhor aceitação da pele na área afetada. Após o procedimento cirúrgico, a menina ainda precisou ficar nove dias internada para obter a recuperação adequada”, explicou o médico.

Já no estudante Jefferson Sousa, de 19 anos, o tratamento ocorreu por etapas. Vítima de acidente de moto, a perna direita sofreu um trauma extenso com exposição óssea grave. “Se não agíssemos rápido, ele poderia ter sequelas graves. Foi preciso realizar o procedimento de preenchimento muscular e depois a enxertia de pele”, esclareceu o cirurgião Antonio Moreira.

Parceria com banco de pele
Pela primeira vez no Maranhão, o Hospital Regional de Caxias firmou parceria com o banco de pele da Santa Casa de Porto Alegre paraHospital Regional de Caxias realiza cirurgias plásticas reparadoras

Desde que inaugurou, em janeiro deste ano, o Hospital Regional de Caxias Dr. Everaldo Ferreira Aragão atende pacientes vítimas de acidentes, lesões, defeitos congênitos ou adquiridos, que necessitam de cirurgias plásticas reparadoras. Mais de dez procedimentos deste tipo foram realizados e a maioria dos casos é decorrente de acidentes de trânsito ou sequelas cirúrgicas.

De acordo com o secretário de Estado de Saúde, Carlos Lula, a disponibilização do serviço na unidade permite mais agilidade na recuperação de pacientes que apresentam lesões mais sérias. “Os macrorregionais dispõem de estrutura abrangente e oferecem uma cartela de serviços e especialidades maior, justamente para atender maior contingente populacional e permitir recuperações mais complexas, anteriormente impossíveis na rede pública de saúde”, disse.

Atualmente, o HRC acolhe pacientes internados que passaram por cirurgia geral, ortopedia ou clínica médica. São pacientes que precisam de cirurgia reconstrutora de enxertia e retalhos. Além desta demanda interna, o hospital atende também a demanda reprimida de 26 municípios do leste maranhense, das regionais de saúde de Caxias, São João dos Patos e Timon, que necessitam de cirurgia reparadora, e que, obrigatoriamente, passam pela triagem e ambulatório do hospital.

A cirurgia plástica reparadora busca aprimorar ou recuperar funções do organismo e, ainda, restabelecer a forma original da parte do corpo lesionada. O cirurgião geral, especialista em cirurgia plástica reparadora do Hospital Regional de Caxias, Antonio Luiz Moreira, destaca que além da parte estética, o procedimento resgata a autoestima do paciente. “Trabalho com os dois lados do ser humano, o físico e o emocional, que na maioria das vezes, é o que mais sofre na ausência de uma cirurgia reparadora”, afirmou Antonio Luiz Moreira.

A menina Vitória Santos, de dez anos, vítima de queimadura por chama na perna, costa e braço esquerdo, recebeu os primeiros cuidados no HRC, e devido à gravidade do caso, foi encaminhada de imediato para a cirurgia reparadora. Teresa Santos, mãe da menina, já tinha percorrido duas unidades de saúde sem sucesso. “Não aguentava mais ver o sofrimento da minha filha com as feridas expostas, correndo risco de pegar infecção e piorar seu estado de saúde. No HRC ela foi colocada na categoria de urgência e passou pela cirurgia. O sufoco só passou quando acabou a cirurgia e pude respirar aliviada”, desabafou a mãe.

Antonio Moreira, responsável pela cirurgia de Vitória, explicou que casos como este não podem esperar devido à gravidade das queimaduras. “Vitória teve queimaduras de segundo e terceiro grau. Era necessário repor a pele perdida para evitar uma perda maior. Realizei cirurgia de auto-enxertia, que é a cobertura da área aberta com a própria pele do paciente. Para esta cirurgia, utilizei equipamentos importados para uma melhor aceitação da pele na área afetada. Após o procedimento cirúrgico, a menina ainda precisou ficar nove dias internada para obter a recuperação adequada”, explicou o médico.

Já no estudante Jefferson Sousa, de 19 anos, o tratamento ocorreu por etapas. Vítima de acidente de moto, a perna direita sofreu um trauma extenso com exposição óssea grave. “Se não agíssemos rápido, ele poderia ter sequelas graves. Foi preciso realizar o procedimento de preenchimento muscular e depois a enxertia de pele”, esclareceu o cirurgião Antonio Moreira.

Parceria com banco de pele
Pela primeira vez no Maranhão, o Hospital Regional de Caxias firmou parceria com o banco de pele da Santa Casa de Porto Alegre para enxertos heterólogos de pele. Pacientes com ferimentos extensos e que não possuem pele suficiente para cobrir a área afetada, recebem enxertos de pele do banco da Santa da Casa, localizado em Porto Alegre. Três pessoas passarão por este procedimento esta semana.

Antonio Moreira explica que a uma parceria irá salvar vidas daqueles que não possuem a quantidade de pele ideal para enxertos. “O banco de pele da Santa Casa de Porto Alegre está à disposição de hospitais para realizar a doação de peles e, no Maranhão, a parceria com uma unidade de saúde pública é inédita. Já temos três pacientes que receberão a pele de lá”, afirmou.

enxertos heterólogos de pele. Pacientes com ferimentos extensos e que não possuem pele suficiente para cobrir a área afetada, recebem enxertos de pele do banco da Santa da Casa, localizado em Porto Alegre. Três pessoas passarão por este procedimento esta semana.

Antonio Moreira explica que a uma parceria irá salvar vidas daqueles que não possuem a quantidade de pele ideal para enxertos. “O banco de pele da Santa Casa de Porto Alegre está à disposição de hospitais para realizar a doação de peles e, no Maranhão, a parceria com uma unidade de saúde pública é inédita. Já temos três pacientes que receberão a pele de lá”, afirmou.